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Perguntas frequentes

Mercado Livre de Energia

Mercado Livre é um ambiente competitivo de negociação de energia elétrica em que os consumidores podem escolher seu fornecedor e negociar livremente todas as condições comerciais como preço, indexador, quantidade contratada, período de suprimento, condições de pagamento, entre outras condições.

Para a migração ocorrer será necessário de observar os seguintes critérios: 1. Avaliar requisitos de tensão e demanda. 2. Analisar os contratos vigentes com a distribuidora. 3. Realizar estudo de viabilidade econômica. 4. Enviar carta de denúncia do contrato à distribuidora. 5. Comprar energia no ACL. 6. Adequar-se ao SMF. 7. Adesão à CCEE e fazer a modelagem dos contratos.

Não. O fornecimento de energia é garantido pela concessionária, assim como no Mercado Cativo. Ou seja o risco de ficar sem o fornecimento de energia elétrica é o mesmo da situação que a empresa se encontra atualmente e qualquer queda de energia o procedimento se mantem em ligar para a própria concessionária.

Não. O fornecimento de energia é garantido pela concessionária, assim como no Mercado Cativo. Ou seja o risco de ficar sem o fornecimento de energia elétrica é o mesmo da situação que a empresa se encontra atualmente e qualquer queda de energia o procedimento se mantem em ligar para a própria concessionária.

Existem dois tipos de consumidores que são elegíveis a migrar do mercado cativo para o mercado livre: os consumidores especiais e os consumidores livres. Os consumidores especiais são aqueles cujo a demanda contratada igual ou maior que 500 kW e inferior a 3.000 kW. Podem contratar exclusivamente energia proveniente de fontes renováveis; eólicas, solares, a biomassa, pequenas centrais hidrelétricas (PCHs) com potência de até 50.000 kW, as chamadas fontes especiais de energia (energia incentivada). No caso dos consumidores livres a demanda contratada deve ser de no mínimo 3.000 kW. Podem contratar energia proveniente de qualquer fonte de geração, independentemente do porte da usina

O mercado cativo é um ambiente de contratação sem flexibilidades. A energia é fornecida apenas pela distribuidora local, com preços e demais condições preestabelecidas e reguladas pela Agencia Nacional de Energia Elétrica (ANEEL). Em outras palavras, o cliente não tem liberdade nas negociações comerciais. Já o mercado livre é um ambiente competitivo de negociação de energia elétrica em que os consumidores podem escolher o seu fornecedor e negociar livremente todas as condições comerciais como preço, indexador, quantidade contratada, período de suprimento, condições de pagamento, entre outras condições. 

ACR é uma sigla que se refere ao Ambiente de Contratação Regulada. Sendo o mercado convencional de compra e venda de energia no qual os compradores tem menor poder decisório, sujeito a mais regulamentações ao contrário do ACL (Ambiente de Contratação Livre). 

ACL é uma sigla utilizada para se designar o Ambiente de Contratação Livre, lugar também chamado de mercado livre onde as operações de compra e venda de energia é feito. 

Trading

A Câmara de Comercialização de Energia Elétrica – CCEE viabiliza as atividades de compra e venda de energia em todo o País. 

A compra de energia pode ocorrer de diversas maneiras. Os consumidores podem adquirir eletricidade de empresas de serviços públicos, por meio de contratos ou acordos diretos. Em algumas regiões, existe o mercado livre, onde consumidores podem negociar com fornecedores e escolher fontes de energia. Além disso, há a opção de auto-geração, onde os consumidores produzem sua própria energia através de painéis solares, turbinas eólicas, entre outros. Aqueles que buscam apoiar energias renováveis podem adquirir “Certificados de Energia Renovável”. Grandes consumidores podem fazer contratos de longo prazo diretamente com fornecedores para garantir estabilidade e previsibilidade de custos. Em alguns mercados, a energia é negociada em bolsas de energia, permitindo compras diretas com base nos preços de oferta e demanda em tempo real.

Os RECs, ou “Renewable Energy Certificates” (Certificados de Energia Renovável), são instrumentos financeiros usados no setor de energia para incentivar a produção e consumo de energia proveniente de fontes renováveis. Quando uma usina de energia renovável gera uma quantidade específica de eletricidade limpa, também cria um REC equivalente a essa energia. Esses certificados podem ser comercializados separadamente da eletricidade em si, permitindo que empresas e consumidores comprem RECs adicionais para compensar suas emissões de carbono ou demonstrar seu compromisso com fontes de energia sustentáveis, contribuindo indiretamente para o crescimento e desenvolvimento das energias renováveis.

Geração Distribuída

É um conceito de produção de energia descentralizada, onde pequenas usinas de energia, frequentemente baseadas em fontes renováveis como solar, eólica, ou biomassa, são instaladas próximas aos pontos de consumo. Nesse sistema, os consumidores também se tornam produtores, gerando sua própria energia para atender parte ou totalidade de suas necessidades. O excedente de energia produzido pode ser enviado à rede elétrica, permitindo que os consumidores recebam créditos ou descontos em sua conta de energia. A GD contribui para a diversificação da matriz energética, redução de perdas de transmissão e aumenta a resiliência do sistema elétrico, promovendo uma maior sustentabilidade e autonomia energética.

Qualquer pessoa ou entidade, incluindo residências, empresas, instituições públicas, produtores rurais e condomínios, pode aderir à Geração Distribuída (GD). A GD permite que os consumidores instalem sistemas de geração de energia renovável, como painéis solares ou turbinas eólicas de pequeno porte, em suas próprias instalações. Isso possibilita a produção de parte ou toda a energia que consomem, reduzindo custos, diminuindo a dependência das concessionárias de energia e promovendo a sustentabilidade ambiental. Os incentivos e regulamentações para aderir à GD podem variar conforme a região, por isso é importante verificar as políticas locais antes de implementar um sistema de Geração Distribuída.

Aderir à Geração Distribuída (GD) não significa que você ficará sem luz. A GD permite que você produza sua própria energia renovável para suprir parte ou toda a sua demanda de eletricidade, mas geralmente está integrada com a rede elétrica convencional. Isso significa que, quando a geração de energia renovável não é suficiente para atender à demanda, você ainda terá acesso à eletricidade da concessionária como um suplemento.

Ao produzir parte ou toda a energia que você consome, você dependerá menos da energia fornecida pelas concessionárias, o que resulta em uma redução nos custos de eletricidade. Em alguns casos, quando você gera mais energia do que consome, o excedente pode ser enviado de volta à rede elétrica, gerando créditos ou descontos em sua conta. No entanto, é importante ressaltar que a eliminação completa da conta de energia depende do tamanho do sistema de geração que você instala, da demanda energética de sua propriedade e das políticas locais relacionadas à compensação de excedentes. Em algumas situações, especialmente em períodos de menor geração (por exemplo, durante a noite para sistemas solares), ainda pode ser necessário recorrer à energia da concessionária, o que pode resultar em alguns custos residuais.

Não. A distribuidora tem a função de distribuir a energia, ou seja, sua fonte de renda está no fio e não na energia que ela compra por leilão e repassa pelo mesmo preço.

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